Projeto de Extensão II Recursos Humanos: O Guia Definitivo com Passo a Passo, Temas e Dicas para Nota Máxima em 2026
O Projeto de Extensão II Recursos Humanos é uma das etapas mais decisivas da graduação. Mas a realidade é que a maioria dos estudantes chega nessa disciplina sem saber exatamente o que precisa entregar, como estruturar o trabalho ou quais temas realmente funcionam. E aí o que era para ser uma experiência transformadora vira correria de última hora.
A atividade extensionista exige muito mais do que um trabalho teórico. Você precisa identificar um problema real em uma comunidade ou organização, planejar uma intervenção com objetivos claros, executar ações práticas na área de Gestão de Pessoas e documentar tudo em um portfólio individual e relatório final dentro das normas ABNT. São muitas etapas — e cada uma delas tem critérios específicos de avaliação.
É exatamente por isso que criamos um modelo pronto e editável desenvolvido especialmente para o projeto acadêmico de Recursos Humanos. Com ele, você não começa do zero: já tem a estrutura completa, os exemplos de preenchimento, o template do PDCA, o plano de ação, a justificativa e o relatório final tudo organizado e pronto para adaptar à sua realidade.
Não importa se o foco do seu trabalho de extensão é saúde mental no trabalho, recrutamento e seleção, diversidade e inclusão, capacitação de líderes ou qualquer outro tema da área de RH —o material editável cobre todos os cenários e te guia em cada etapa do processo.
Mais de 3.000 estudantes já usaram esse material para entregar um projeto completo, bem estruturado e tirar nota máxima. Agora é a sua vez.
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O que é o Projeto de Extensão II – Inovação e Empreendedorismo e por que ele é tão importante
Se você já ouviu falar no Projeto de Extensão II – Inovação e Empreendedorismo mas ainda não entendeu bem o que precisa entregar ou por que ele importa tanto na sua graduação em Recursos Humanos, esse texto vai esclarecer tudo.
Desde 2018, o Ministério da Educação tornou obrigatório que pelo menos 10% da carga horária de todos os cursos de graduação seja composta por atividades extensionistas. Na prática, isso significa que a extensão universitária em Recursos Humanos deixou de ser optativa e passou a fazer parte do núcleo da sua formação — com peso real na sua nota e no seu histórico acadêmico.
O Projeto de Extensão II RH vai além de um trabalho acadêmico comum. A proposta é que você identifique um problema real em uma comunidade, empresa ou grupo social e aplique o conhecimento do curso para propor soluções concretas na área de Gestão de Pessoas. Não é um relatório teórico. É uma atividade extensionista obrigatória que precisa acontecer de verdade, com pessoas reais e resultados mensuráveis.
O eixo de Inovação e Empreendedorismo existe porque o mercado atual exige profissionais capazes de enxergar oportunidades onde outros veem obstáculos. Ao desenvolver esse projeto acadêmico, você treina exatamente isso: olhar para uma realidade, entender suas lacunas e agir de forma criativa e estruturada para transformá-la — seja em uma microempresa, ONG, cooperativa ou qualquer outro ambiente da comunidade.
E os benefícios vão muito além da nota. Ao longo do trabalho de extensão, você desenvolve habilidades que nenhuma prova consegue avaliar — comunicação, liderança, empatia, gestão do tempo e capacidade de trabalhar com o imprevisível. São competências que os recrutadores mais buscam e que só se desenvolvem na prática.
Em resumo: o Projeto de Extensão II em Recursos Humanos é a sua primeira grande oportunidade de sair da teoria e provar, com evidências reais, que você está pronto para o mercado.
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Guia Completo Para Montar Seu Projeto de Extensão II em Recursos Humanos
Montar o Projeto de Extensão II em Recursos Humanos do zero parece intimidador — mas quando você entende a estrutura e segue um caminho claro, o processo se torna muito mais simples do que imagina.
O primeiro ponto que você precisa entender é que esse projeto tem três grandes fases: planejamento, execução e documentação. A maioria dos estudantes trava porque tenta fazer tudo ao mesmo tempo ou pula etapas essenciais no começo. O resultado é um trabalho de extensão apressado, superficial e que não convence o avaliador.
No planejamento, você define o tema, escolhe o local de intervenção, levanta o diagnóstico organizacional da situação, estabelece os objetivos gerais e específicos e monta o plano de ação. Essa fase é o alicerce de tudo — quanto mais cuidadosa for, mais fácil fica o restante.
Na execução, você vai a campo. Realiza as atividades com a comunidade ou organização escolhida, coleta evidências, aplica os instrumentos de diagnóstico e mantém o diário de campo atualizado após cada visita. É aqui que a atividade extensionista ganha vida e onde os aprendizados mais profundos acontecem.
Na documentação, você organiza tudo em um portfólio individual completo e elabora o relatório final seguindo as normas ABNT. Essa fase é onde a maioria perde pontos — não pela falta de conteúdo, mas pela desorganização das evidências e pela estrutura incorreta do documento.
Um bom tema para o projeto extensionista em Recursos Humanos precisa ser relevante para a área de Gestão de Pessoas, viável dentro do tempo disponível e algo que você tenha genuíno interesse. Temas como saúde mental no trabalho, recrutamento e seleção, capacitação de líderes, diversidade e inclusão e onboarding em pequenas empresas são excelentes pontos de partida — e todos permitem uma intervenção comunitária rica e bem documentada.
Se você quer pular a parte mais trabalhosa e já começar com tudo estruturado, temos um modelo editável com todas as seções prontas — justificativa, fundamentação teórica, PDCA, plano de ação e relatório final nas normas ABNT — desenvolvido especialmente para o projeto de extensão em Recursos Humanos.
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Portfólio Individual Projeto de Extensão II Recursos Humanos
O portfólio individual do Projeto de Extensão II em Recursos Humanos é muito mais do que um documento obrigatório. Ele é a prova concreta de que você saiu da sala de aula, foi a campo e gerou impacto real — e é exatamente isso que os avaliadores querem ver.
Diferente de um trabalho teórico comum, o portfólio reúne todas as evidências da sua jornada extensionista: o diagnóstico organizacional da situação encontrada, o plano de ação, os registros das atividades realizadas, os resultados alcançados e a sua reflexão crítica sobre todo o processo. É um documento vivo, construído ao longo de todo o projeto acadêmico — não apenas no final.
Para o estudante de RH, ele tem um valor que vai além da nota. Um portfólio bem estruturado é o primeiro case real da sua carreira em Gestão de Pessoas. É a primeira vez que você documenta, com evidências, que sabe identificar um problema organizacional, planejar uma intervenção e medir resultados concretos — habilidades que pesam muito em processos seletivos e entrevistas de estágio.
Na prática, um portfólio completo do Projeto de Extensão II RH precisa ter: apresentação do projeto e do contexto de intervenção, diagnóstico situacional, objetivos gerais e específicos, justificativa, fundamentação teórica, plano de ação, diário de campo, evidências das atividades realizadas, análise dos resultados, ciclo PDCA e relatório final nas normas ABNT. Cada seção tem um papel específico — e a ausência de qualquer uma delas impacta diretamente na avaliação.
O erro mais comum é deixar a montagem do portfólio para o final do semestre. Quando isso acontece, o estudante não tem registros suficientes, as evidências ficam fracas e o trabalho de extensão não conta a história completa do projeto. O segredo é ir construindo o material ao longo de toda a atividade extensionista — visita a visita, ação a ação.
Se você quer garantir que nenhuma seção fique faltando e que seu projeto tenha a estrutura que os professores esperam, temos um modelo pronto e editável com todas as partes do portfólio já organizadas — é só adaptar para a sua realidade e entregar com confiança.
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Relatório Final e Template PDCA para Recursos Humanos
Dentro do portfólio individual, dois elementos se destacam pela sua relevância e pelo peso que têm na avaliação final: o Relatório Final e o Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act). Embora ambos sejam documentos obrigatórios na maioria das instituições, eles têm finalidades, estruturas e linguagens bastante distintas — e entender essa diferença é fundamental para que você consiga elaborar cada um com qualidade.
O Relatório Final é o documento mais formal e abrangente do projeto. Ele narra de forma estruturada e acadêmica toda a trajetória da intervenção — desde o diagnóstico inicial até os resultados obtidos e as conclusões finais. Segue as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), incluindo capa, folha de rosto, sumário, introdução, referencial teórico, metodologia, desenvolvimento, resultados e discussão, conclusão e referências bibliográficas. A linguagem é técnica e impessoal, típica da produção acadêmica científica. O foco está em demonstrar rigor metodológico, fundamentação teórica sólida e análise crítica dos resultados.
Já o Template PDCA é uma ferramenta de gestão aplicada ao processo de planejamento e controle do projeto. O PDCA (Plan — Planejar; Do — Executar; Check — Verificar; Act — Agir) é um ciclo de melhoria contínua amplamente utilizado na gestão de pessoas e nas organizações em geral. No contexto do Projeto de Extensão II de RH, o PDCA funciona como um mapa de ação: no Plan, você define o problema, as metas e o plano de ação; no Do, você executa as atividades previstas; no Check, você avalia se os resultados obtidos correspondem ao que foi planejado; no Act, você documenta as lições aprendidas e as melhorias que poderiam ser implementadas em uma próxima edição do projeto. A linguagem do PDCA é mais objetiva e visual, frequentemente apresentada em tabelas e fluxogramas.
A principal diferença entre os dois, portanto, é que o Relatório Final olha para o passado — ele documenta e analisa o que foi feito — enquanto o Template PDCA é uma ferramenta de processo — ele guia a execução e a avaliação ao longo do projeto. Quando você usa o PDCA corretamente durante o desenvolvimento do seu projeto extensionista em Recursos Humanos, a elaboração do Relatório Final se torna muito mais fácil, pois você já tem todos os registros organizados e uma análise sistemática das etapas executadas.
Como escolher o local ideal para intervenção no Projeto de Extensão II de Recursos Humanos
Uma das decisões mais importantes do Projeto de Extensão II em Recursos Humanos — e uma das mais subestimadas — é a escolha do local de intervenção. Muitos estudantes resolvem isso na pressa: “é perto de casa”, “conheço alguém lá” ou “parece fácil de conseguir autorização”. Mas essa escolha impacta diretamente a qualidade do seu projeto, a riqueza da sua experiência e, no final, a sua nota.
O local ideal para o seu trabalho de extensão em RH é aquele onde existe uma necessidade genuína na área de Gestão de Pessoas — e onde há abertura real para receber a sua intervenção. Antes de fechar qualquer decisão, faça ao menos uma visita exploratória, converse com os responsáveis, observe o ambiente e avalie se o problema identificado é compatível com o que você consegue trabalhar dentro do prazo e da carga horária disponível.
Microempresas e pequenos negócios são ambientes muito ricos para esse tipo de atividade extensionista. A maioria não tem uma área de RH estruturada, contrata por indicação, não possui processos claros de integração ou avaliação de desempenho e lida com alta rotatividade sem entender a causa. Para o estudante de Recursos Humanos, esse cenário é um laboratório completo — a necessidade é real, o acesso costuma ser mais fácil e o impacto da intervenção é visível.
ONGs, cooperativas e associações comunitárias também são excelentes opções. Essas organizações geralmente enfrentam desafios sérios de gestão de pessoas — alta rotatividade de voluntários, ausência de processos de onboarding, lideranças sem preparo formal e conflitos internos sem mediação. Um projeto acadêmico bem executado nesse contexto pode gerar transformações significativas e evidências muito consistentes para o seu portfólio.
Se você já trabalha em alguma empresa, considere seriamente realizar o projeto extensionista no seu próprio ambiente de trabalho. Quem está dentro consegue enxergar com mais profundidade os problemas reais da organização, tem acesso mais fácil aos dados e às pessoas, e constrói relações de confiança que facilitam a execução das ações. Muitas faculdades permitem e até incentivam essa prática.
O mais importante é que o local escolhido tenha um problema real de Gestão de Pessoas que você consiga diagnosticar, intervir e documentar. Quanto mais genuína for a necessidade, mais significativa será a experiência — e mais sólido será o material editável que você vai construir ao longo do projeto.
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São 20 textos longos com vários ajustes em cada um. Para garantir qualidade e não perder nada, vou fazer em blocos de 5. Começando:
1 – Como definir o problema financeiro da comunidade no contexto do Projeto de Extensão II de Recursos Humanos
Uma das etapas mais negligenciadas do Projeto de Extensão II Recursos Humanos é justamente a análise do contexto econômico e financeiro da comunidade onde você vai intervir. Muitos estudantes pulam essa fase — e perdem uma oportunidade enorme de dar profundidade e relevância ao projeto.
Mas afinal, por que o problema financeiro da comunidade importa para o seu projeto de extensão em RH?
Porque na extensão universitária em Recursos Humanos, as dificuldades econômicas de uma organização ou comunidade quase sempre têm uma face direta de Gestão de Pessoas. Alta rotatividade gera custos recorrentes de contratação. Ausência de plano de cargos e salários desmotiva equipes. Falta de capacitação dos gestores impacta produtividade e faturamento. Identificar essa conexão é o que transforma um diagnóstico raso em uma análise estratégica de verdade — e é exatamente isso que o avaliador quer ver.
Se você ainda está na fase de planejamento, nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em RH já traz a estrutura completa do diagnóstico organizacional — com orientações específicas para mapear o problema financeiro da comunidade e conectá-lo à intervenção de Gestão de Pessoas.
Em microempresas, o problema financeiro costuma estar ligado diretamente à gestão de pessoas: contratações erradas, ausência de processos de integração, líderes sem preparo para reter talentos. No seu projeto de extensão em Recursos Humanos, identificar esses pontos com precisão é o que garante uma intervenção relevante e um relatório final convincente.
Em comunidades vulneráveis ou grupos informais, o cenário muda de forma — mas a lógica é a mesma. Aqui, o problema pode estar na informalidade das relações de trabalho, na ausência de educação financeira entre os membros do grupo ou na dificuldade de acessar oportunidades de geração de renda. O seu projeto extensionista em Recursos Humanos pode ter um papel emancipatório real — ajudando pessoas a desenvolverem competências que ampliem suas possibilidades econômicas.
O que diferencia os projetos que tiram nota máxima é exatamente essa capacidade de enxergar o problema financeiro como um sintoma — e a gestão de pessoas como a causa raiz. Quando você apresenta essa análise no portfólio individual, o avaliador percebe imediatamente que você foi além do óbvio.
Para definir o problema com precisão, use entrevistas com líderes e colaboradores, análise de indicadores disponíveis e observação direta do ambiente. Quanto mais concreto for o diagnóstico, mais sólido será o plano de ação — e mais convincente será o resultado final. Veja como estruturar essa etapa no nosso guia completo do portfólio individual de Recursos Humanos.
Na atividade extensionista obrigatória, entender o contexto financeiro da comunidade não é um detalhe — é o que dá sentido e direção a toda a intervenção.
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2 – Passo a passo completo para montar seu Projeto de Extensão II de Recursos Humanos
Se você quer montar o Projeto de Extensão II Recursos Humanos sem perder tempo e sem cometer os erros mais comuns, você precisa de um roteiro claro — não de informações espalhadas em dezenas de sites. É exatamente isso que você vai encontrar aqui.
O projeto de extensão em Recursos Humanos se divide em três grandes fases: planejamento, execução e documentação. Pular qualquer uma delas compromete a qualidade do resultado final. Mas antes de detalhar cada etapa, uma pergunta importante: você já tem o modelo certo para estruturar o seu projeto?
Nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em Recursos Humanos já traz toda a estrutura organizada — do diagnóstico ao relatório final nas normas ABNT. Se quiser começar com o pé direito, é só baixar e adaptar.
Agora, o passo a passo completo:
Passo 1 — Leia o regulamento da sua faculdade. Antes de qualquer decisão, entenda o que a sua instituição exige: carga horária mínima, documentos obrigatórios, critérios de avaliação e datas de entrega. Esse é o mapa que vai guiar todas as suas escolhas.
Passo 2 — Escolha o tema e o local de intervenção. O tema ideal combina relevância para a área de Gestão de Pessoas, viabilidade dentro do seu prazo e genuíno interesse pessoal. O local precisa ter uma necessidade real que você consiga diagnosticar e trabalhar.
Passo 3 — Realize o diagnóstico organizacional. Vá a campo, observe, entrevista, aplique questionários e colete dados sobre a realidade encontrada. Quanto mais rico for o diagnóstico, mais sólido será tudo que vem depois.
Passo 4 — Defina objetivos, justificativa e metodologia. Os objetivos gerais e específicos nascem do diagnóstico. A justificativa embasama relevância do problema. A metodologia descreve como as ações serão executadas.
Passo 5 — Monte o plano de ação com 5W2H. O que será feito, por quê, por quem, quando, onde, como e com quais recursos. Complementado com um Gráfico de Gantt para visualizar o cronograma.
Passo 6 — Execute as atividades de campo. Mantenha o diário de campo atualizado e colete todas as evidências: fotos, listas de presença, formulários, depoimentos.
Passo 7 — Preencha o ciclo PDCA. Planejado, executado, verificado e ajustado. Quando o PDCA está bem preenchido, o relatório final fica muito mais coeso.
Passo 8 — Elabore o portfólio individual e o relatório final nas normas ABNT. Esse é o coroamento de todo o processo — e onde a maioria dos estudantes perde pontos por falta de estrutura.
Quer ver como cada uma dessas etapas se traduz em documentos concretos? Acesse nosso guia completo sobre o conteúdo do portfólio individual de Recursos Humanos e entenda o que precisa estar em cada seção.
Na atividade extensionista obrigatória, seguir esse roteiro com disciplina é o que separa os projetos medianos dos projetos que tiram nota máxima.
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3 – Exemplos de objetivos gerais e específicos para o Projeto de Extensão II de Recursos Humanos
Saber escrever objetivos com precisão é uma das habilidades mais decisivas para garantir nota máxima no Projeto de Extensão II Recursos Humanos. É nos objetivos que o avaliador entende o que você se propôs a fazer — e se o que foi entregue corresponde ao que foi prometido.
Mas afinal, qual é a diferença entre objetivo geral e objetivo específico no projeto de extensão em RH?
Na extensão universitária em Recursos Humanos, o objetivo geral descreve o propósito amplo da intervenção — o que você quer alcançar com o projeto como um todo. Os objetivos específicos são as metas menores e mensuráveis que, juntas, levam ao alcance do objetivo geral. Ambos devem ser escritos com verbos no infinitivo e ser claros, alcançáveis e mensuráveis.
Se você quer exemplos prontos para adaptar ao seu contexto, nosso material editável para projeto de extensão em Recursos Humanos traz objetivos estruturados para os temas mais comuns da área — é só adaptar para a sua realidade.
Veja exemplos aplicados:
Tema: Processo Seletivo em Microempresas Objetivo Geral: Estruturar e implementar um processo seletivo básico para uma microempresa do setor de serviços, visando à redução do turnover e à melhoria da qualidade das contratações. Objetivos Específicos: Identificar as necessidades de contratação por meio de entrevista com o gestor. Elaborar descritores de cargo para as funções com maior rotatividade. Desenvolver roteiro de entrevista estruturada com base nas competências exigidas. Aplicar o processo em ao menos uma rodada de contratação. Apresentar relatório final com os candidatos selecionados e a metodologia utilizada.
Tema: Capacitação de Líderes em Comunicação Objetivo Geral: Desenvolver e aplicar um programa de capacitação em comunicação assertiva para líderes de uma ONG, contribuindo para a melhoria do clima organizacional e da produtividade das equipes. Objetivos Específicos: Realizar diagnóstico de clima organizacional por questionário aplicado aos colaboradores. Elaborar material didático adaptado ao perfil dos participantes. Realizar três encontros presenciais de capacitação. Aplicar avaliação de aprendizagem antes e após o programa. Elaborar relatório com os resultados e proposta de continuidade.
Tema: Saúde Mental no Trabalho Objetivo Geral: Desenvolver e aplicar um programa de conscientização sobre saúde mental e prevenção do burnout para colaboradores de uma microempresa, contribuindo para a redução do absenteísmo e a melhoria do bem-estar no trabalho. Objetivos Específicos: Aplicar questionário de diagnóstico sobre níveis de estresse e satisfação no trabalho. Realizar dois encontros de capacitação sobre saúde mental organizacional. Disponibilizar material informativo sobre sinais de alerta e estratégias de autocuidado. Coletar avaliações de aprendizagem antes e após os encontros. Apresentar relatório com os resultados e recomendações para a gestão.
No seu projeto extensionista em Recursos Humanos, use esses exemplos como referência — adapte o verbo, o público e o contexto para a sua realidade. E veja também como os objetivos se conectam ao plano de ação no nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH.
Na atividade extensionista obrigatória, objetivos bem escritos são a base de tudo. Um projeto com objetivos claros praticamente se avalia sozinho — porque o avaliador consegue verificar, em cada seção, se o que foi prometido foi entregue.
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4 – Etapas obrigatórias do projeto de extensão para obter nota máxima em Recursos Humanos
Para garantir nota máxima no Projeto de Extensão II Recursos Humanos, não basta executar as atividades — você precisa seguir cada etapa com rigor, documentar tudo com evidências concretas e entregar um portfólio individual que conte a história completa do projeto.
Mas quais são exatamente as etapas obrigatórias que os avaliadores verificam?
A primeira é o planejamento e diagnóstico organizacional. Sem diagnóstico sólido, o projeto não tem base — e qualquer avaliador experiente percebe isso de imediato. A segunda é a definição dos objetivos gerais e específicos e da metodologia — aqui você formaliza o que quer alcançar e como vai alcançar, com clareza e precisão.
Se você quer garantir que nenhuma dessas etapas fique faltando, nosso modelo pronto para projeto de extensão em Recursos Humanos já traz toda a estrutura organizada — do diagnóstico ao relatório final.
A terceira etapa é a execução das ações de campo — quando o projeto de extensão em Recursos Humanos sai do papel e você vai a campo. É fundamental manter o diário de campo atualizado e coletar todas as evidências possíveis: fotos, listas de presença, formulários, depoimentos dos participantes.
A quarta etapa é o monitoramento e avaliação com o ciclo PDCA — verificar se as ações estão gerando os resultados esperados e ajustar o que for necessário. A quinta é a elaboração do portfólio individual e do relatório final nas normas ABNT — onde a maioria dos estudantes perde pontos por falta de estrutura e organização das evidências.
Na atividade extensionista obrigatória, o que diferencia projetos medianos de projetos excepcionais não é o tema — é a profundidade com que cada etapa foi executada e documentada. Um projeto sobre um tema simples, bem planejado e bem documentado, supera com folga um projeto sofisticado feito às pressas.
O segredo está na organização desde o primeiro dia. Veja como estruturar cada etapa em detalhes no nosso guia completo do portfólio individual de Recursos Humanos e chegue na entrega final sem surpresas.
No projeto extensionista em Recursos Humanos, cada etapa tem peso na avaliação — e nenhuma pode ser negligenciada.
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5 – Conteúdo do Portfólio Individual de Recursos Humanos
O portfólio individual é o documento central do Projeto de Extensão II Recursos Humanos — e também o mais mal compreendido. Muitos estudantes acham que é apenas uma pasta com documentos soltos. Na prática, é um registro estruturado e reflexivo de toda a jornada extensionista, com evidências concretas de cada etapa percorrida.
Mas o que precisa conter o portfólio individual do projeto de extensão em RH para garantir nota máxima?
Na extensão universitária em Recursos Humanos, o portfólio precisa contar uma história completa: onde você foi, o que encontrou, o que planejou, o que executou e o que gerou de resultado. Um portfólio bem construído demonstra ao avaliador que o projeto realmente aconteceu — e que você foi protagonista em cada etapa.
Se você quer começar com uma estrutura já organizada e validada, nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em Recursos Humanos traz todas as seções do portfólio prontas para preencher — com exemplos de preenchimento para cada parte.
O conteúdo obrigatório inclui: apresentação do projeto e contextualização do local de intervenção, diagnóstico organizacional com os principais problemas identificados, objetivos gerais e específicos, justificativa embasada em dados, fundamentação teórica com referências acadêmicas de Gestão de Pessoas, plano de ação detalhado, diário de campo com registros de cada visita, evidências fotográficas e documentais, análise dos resultados alcançados, ciclo PDCA preenchido e relatório final nas normas ABNT.
No projeto extensionista em Recursos Humanos, cada seção tem um papel específico na avaliação. A ausência ou a superficialidade de qualquer uma impacta diretamente a nota. Por isso, a melhor estratégia é construir o portfólio ao longo de todo o processo — visita a visita, ação a ação — e não deixar para montar tudo no final do semestre.
Para entender como cada seção se conecta às demais, veja o nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH e chegue na entrega final com tudo organizado e documentado.
Na atividade extensionista obrigatória, um portfólio completo e bem estruturado é a diferença entre uma nota boa e a nota máxima.
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Aqui estão os textos 1 a 5 ajustados. Continuo com os próximos 5?
6 – Como estruturar o relatório final do Projeto de Extensão II em Recursos Humanos
O relatório final é o documento mais formal do Projeto de Extensão II Recursos Humanos — e um dos que mais pesam na avaliação. É aqui que você demonstra, de forma acadêmica e estruturada, tudo que foi feito, por que foi feito, como foi feito e quais resultados foram alcançados.
Mas afinal, como estruturar o relatório final do projeto de extensão em RH sem errar nas normas ABNT?
Na extensão universitária em Recursos Humanos, o relatório tem uma estrutura bem definida. Os elementos pré-textuais incluem capa com nome da instituição, curso, título do projeto, nome do estudante, cidade e ano — além de folha de rosto e sumário. Os elementos textuais são compostos por introdução, referencial teórico, metodologia, resultados e discussão, e conclusão. Os elementos pós-textuais incluem referências bibliográficas, apêndices com materiais produzidos pelo estudante e anexos com documentos externos relevantes.
Se você quer começar com uma estrutura já organizada e validada academicamente, nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em Recursos Humanos traz o relatório final completo — com todas as seções, orientações de preenchimento e exemplos aplicados ao contexto de RH.
A formatação básica exigida pelas normas ABNT é: fonte Arial ou Times New Roman tamanho 12, espaçamento 1,5 no corpo do texto, margens de 3 cm no topo e à esquerda e 2 cm embaixo e à direita, parágrafo com recuo de 1,25 cm na primeira linha e referências em ordem alfabética conforme a NBR 6023 da ABNT.
No projeto de extensão em Recursos Humanos, o erro mais comum no relatório final é descrever o que foi feito sem analisar o impacto. O avaliador não quer apenas saber que você realizou três encontros de capacitação — ele quer saber o que mudou depois, quais evidências sustentam essa mudança e o que você aprendeu com o processo. Essa capacidade de análise crítica é o que separa um relatório mediano de um relatório de excelência.
A introdução precisa contextualizar o problema abordado e anunciar os objetivos. O referencial teórico deve embasar o problema e as ações com a literatura da área de Gestão de Pessoas. A metodologia descreve como o projeto foi desenvolvido. Os resultados comparam o planejado com o executado. A conclusão sintetiza os aprendizados e o impacto gerado.
Para entender como o relatório final se encaixa dentro do portfólio individual completo, acesse nosso guia completo sobre o conteúdo do portfólio de Recursos Humanos e veja como cada seção se conecta às demais.
Na atividade extensionista obrigatória, um relatório final bem estruturado é a prova definitiva de que o projeto foi levado a sério — do diagnóstico à conclusão.
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7 – Como elaborar a justificativa do Projeto de Extensão II de Recursos Humanos
A justificativa é uma das seções mais estratégicas do Projeto de Extensão II Recursos Humanos — e uma das mais subestimadas. É aqui que você convence o avaliador de que o problema escolhido é relevante, que a intervenção proposta é necessária e que você entende profundamente o contexto em que está atuando.
Mas o que precisa ter uma boa justificativa no projeto de extensão em RH?
No projeto de extensão em Recursos Humanos, uma justificativa forte precisa responder a três perguntas com clareza: Por que esse problema existe? Por que ele precisa ser tratado agora? E por que a sua intervenção é a resposta adequada? Quanto mais concretas e embasadas forem as respostas, mais convincente será o argumento.
Se você quer um exemplo de justificativa já estruturada e pronta para adaptar, nosso material editável para projeto de extensão em Recursos Humanos inclui essa seção com orientações detalhadas e exemplos aplicados ao contexto de Gestão de Pessoas.
Comece descrevendo o problema identificado no diagnóstico com dados objetivos — índices de turnover, resultados de pesquisas de clima, estatísticas de mercado ou evidências observadas diretamente no campo. Dados transformam uma opinião em argumento sólido. Em seguida, articule o problema com a literatura acadêmica da área de Gestão de Pessoas: cite autores e pesquisas que demonstrem a relevância do tema e as consequências de não agir.
Na extensão universitária em Recursos Humanos, a justificativa também precisa conectar a intervenção proposta à formação do estudante. Mostre que o projeto não é apenas um exercício acadêmico — é uma ação que gera valor real para a comunidade atendida e que desenvolve competências essenciais para a sua carreira em RH.
Encerre reforçando o impacto esperado: quem será beneficiado, de que forma e por que isso importa. Uma justificativa bem escrita no projeto extensionista em Recursos Humanos não apenas cumpre uma exigência formal — ela dá sentido e direção a tudo que vem depois, incluindo os objetivos, o plano de ação e o relatório final.
Para entender como a justificativa se conecta aos demais elementos do projeto, veja nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH e construa cada seção com coerência e precisão.
Na atividade extensionista obrigatória, uma justificativa fraca compromete a credibilidade de todo o trabalho — mesmo que a execução tenha sido excelente.
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8 – Como desenvolver a fundamentação teórica no Projeto de Extensão II de Recursos Humanos
A fundamentação teórica é a espinha dorsal acadêmica do Projeto de Extensão II Recursos Humanos. É nessa seção que você demonstra que suas intervenções não são improvisadas — elas estão embasadas em conhecimentos reconhecidos pela comunidade científica da área de Gestão de Pessoas.
Mas como construir uma fundamentação teórica sólida sem perder horas pesquisando do zero?
No projeto de extensão em Recursos Humanos, a fundamentação precisa ser lógica e progressiva: dos conceitos mais amplos para os mais específicos, sempre com conexão direta ao problema que você está propondo resolver. Cada teoria ou autor citado deve ter um propósito claro — preparar o leitor para entender melhor o problema, as ações propostas ou os resultados esperados.
Se você quer um ponto de partida já estruturado, nosso modelo pronto para projeto de extensão em Recursos Humanos inclui orientações específicas para a fundamentação teórica, com exemplos de como conectar a teoria à prática do projeto de acordo com os temas mais comuns da área de RH.
Se o seu projeto extensionista em Recursos Humanos foca em saúde mental no trabalho, você precisa trazer definições sobre burnout, fatores de risco e proteção no ambiente organizacional e o papel do RH na promoção do bem-estar. Se o tema é recrutamento e seleção, referencie pesquisas que mostrem o custo da contratação errada e os benefícios de um processo estruturado. Se é diversidade e inclusão, aborde viés inconsciente, políticas afirmativas e gestão da diversidade nas organizações.
As referências mais reconhecidas na extensão universitária em Recursos Humanos incluem Idalberto Chiavenato — especialmente Gestão de Pessoas e Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos — e Zanelli, Borges-Andrade e Bastos em Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. Além dessas obras clássicas, busque artigos científicos recentes em plataformas como Google Acadêmico e Scielo para dar atualidade à sua fundamentação.
Na atividade extensionista obrigatória, uma fundamentação teórica bem construída eleva o trabalho de um nível comum para um nível de excelência. E para entender como ela se conecta à justificativa e aos objetivos do projeto, veja nosso guia completo do portfólio individual de Recursos Humanos com a estrutura completa de cada seção.
Uma fundamentação teórica sólida no projeto de extensão em Recursos Humanos não é um capítulo isolado — é o fio condutor que conecta o diagnóstico às ações e as ações aos resultados.
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9 – Como montar o plano de ação do Projeto de Extensão II de Recursos Humanos
O plano de ação é o coração operacional do Projeto de Extensão II Recursos Humanos. É ele que transforma os seus objetivos em atividades concretas — com responsáveis, prazos, recursos e indicadores claramente definidos. Sem um plano de ação bem estruturado, a execução vira improviso.
Mas como montar um plano de ação eficiente para o projeto de extensão em RH?
Na extensão universitária em Recursos Humanos, a ferramenta mais indicada é o 5W2H: What — o que será feito; Why — por que essa ação é necessária; Who — quem é responsável; When — quando será realizado; Where — em que local; How — de que forma; How Much — quais recursos serão necessários. Responder a cada uma dessas perguntas para cada ação garante um planejamento completo e realista.
Se você quer começar com um plano de ação já estruturado e pronto para preencher, nosso material editável para projeto de extensão em Recursos Humanos inclui o template completo do 5W2H e do cronograma de execução — é só adaptar para a realidade do seu projeto.
Complemente o plano com um Gráfico de Gantt — uma representação visual do cronograma que mostra todas as atividades em uma linha do tempo. Ele facilita o gerenciamento do tempo, ajuda a identificar dependências entre as tarefas e demonstra ao avaliador que o projeto de extensão em Recursos Humanos foi planejado com rigor e profissionalismo.
No projeto extensionista em Recursos Humanos, o plano de ação também precisa estar conectado ao ciclo PDCA. Cada ação planejada no Plan vai ser executada no Do, avaliada no Check e revisada no Act. Quando o plano de ação e o PDCA dialogam entre si, o relatório final fica muito mais coeso e a análise dos resultados muito mais consistente.
Seja realista ao montar o plano: um projeto com poucas ações bem executadas e documentadas vale muito mais do que um projeto cheio de atividades realizadas superficialmente. Para entender como o plano de ação se encaixa no fluxo completo do projeto, veja nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH e garanta coerência entre todas as seções.
Na atividade extensionista obrigatória, qualidade sempre supera quantidade — e um plano de ação bem construído é a prova de que você sabe o que está fazendo.
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10 – Indicadores de avaliação do Projeto de Extensão II de Recursos Humanos
Os indicadores de avaliação são um dos elementos mais ignorados pelos estudantes — e um dos mais valorizados pelos avaliadores do Projeto de Extensão II Recursos Humanos. São eles que transformam a sua intervenção em algo mensurável, comprovável e academicamente sólido.
Mas afinal, como definir indicadores de avaliação para o projeto de extensão em RH?
No projeto de extensão em Recursos Humanos, os indicadores podem ser quantitativos ou qualitativos. Os quantitativos são medidos numericamente: número de participantes nas atividades, percentual de conclusão do programa, variação na pontuação do questionário de avaliação de aprendizagem entre o pré e o pós-teste, redução no índice de turnover após a implementação do processo seletivo. Os qualitativos captam percepções e mudanças de comportamento: satisfação dos participantes, melhoria percebida no clima organizacional, relatos de mudança após a capacitação.
Se você quer um modelo com indicadores já estruturados e prontos para adaptar ao seu contexto, nosso material editável para projeto de extensão em Recursos Humanos inclui essa seção completa — com exemplos de indicadores para os temas mais comuns da área de RH.
Na extensão universitária em Recursos Humanos, cada indicador precisa estar diretamente conectado a um objetivo específico. Se o objetivo é “realizar três encontros de capacitação”, o indicador é “número de encontros realizados” e a meta é “3”. Se o objetivo é “aumentar o conhecimento dos participantes sobre comunicação assertiva”, o indicador é “variação na pontuação do questionário” e a meta pode ser “aumento mínimo de 30% entre o pré e o pós-teste”.
Quanto mais concretos e mensuráveis forem os indicadores do seu projeto extensionista em Recursos Humanos, mais poderoso será o relatório final — e mais fácil será demonstrar ao avaliador que o projeto gerou impacto real. Para entender como os indicadores se conectam ao plano de ação e ao ciclo PDCA, veja nosso guia completo do portfólio individual de Recursos Humanos com exemplos aplicados a cada etapa.
Na atividade extensionista obrigatória, evidências objetivas são o que separam um trabalho mediano de um trabalho de excelência. Sem indicadores bem definidos, você tem uma história. Com indicadores, você tem um projeto comprovado.
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Textos 6 a 10 prontos. Continuo com os próximos 5?
11 – Como Estruturar seu Projeto de Extensão – Programa de Contexto à Comunidade do Zero
Se você está começando o Projeto de Extensão II Recursos Humanos do absoluto zero, sem saber por onde começar ou o que a faculdade realmente espera de você, este texto é o seu ponto de partida.
Mas por onde começar um projeto de extensão em RH quando você não tem nenhuma referência?
A resposta é mais simples do que parece: método. Estruturar um projeto de extensão em Recursos Humanos do zero não é questão de talento ou de ter o tema perfeito desde o início — é questão de seguir uma sequência lógica de etapas e não pular nenhuma delas. Estudantes que tentam montar o projeto de trás para frente — começando pelo relatório final sem ter feito diagnóstico ou plano de ação — invariavelmente entregam trabalhos fracos e perdem pontos que poderiam ter sido facilmente conquistados.
Se você quer começar com uma estrutura já organizada e validada academicamente, nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em Recursos Humanos já traz todo o caminho mapeado — do primeiro contato com o local de intervenção até o relatório final nas normas ABNT.
O ponto de partida é sempre o regulamento da sua faculdade. Em seguida, você escolhe o tema e o local de intervenção, realiza o diagnóstico organizacional, define os objetivos gerais e específicos, monta o plano de ação e parte para a execução. Cada etapa prepara o terreno para a seguinte — e a qualidade do resultado final depende diretamente da qualidade de cada passo percorrido.
Na atividade extensionista obrigatória, o que mais diferencia projetos mediocres de projetos excepcionais não é o tema escolhido — é a profundidade com que cada etapa foi executada e documentada. Um projeto sobre um tema simples, bem planejado, bem executado e bem documentado, supera com folga um projeto sobre um tema sofisticado feito às pressas.
Para entender como cada etapa se traduz em documentos concretos, veja nosso guia completo sobre o conteúdo do portfólio individual de Recursos Humanos e chegue na entrega final sem surpresas.
No projeto extensionista em Recursos Humanos, começar com o pé direito faz toda a diferença — e o pé direito começa com o método certo.
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12 – Passo 1: Entendendo o Regulamento da Sua Faculdade
Antes de escolher o tema, o local ou qualquer outro elemento do Projeto de Extensão II Recursos Humanos, existe um passo que a maioria dos estudantes pula — e que custa caro lá na frente: ler o regulamento da sua faculdade com atenção.
Por que o regulamento é tão importante para o projeto de extensão em RH?
Porque cada instituição tem suas próprias regras para a atividade extensionista obrigatória. Carga horária mínima, documentos obrigatórios, critérios e pesos de avaliação, datas de entrega intermediárias e final, formatação exigida para o relatório final, exigências sobre o perfil do local de intervenção — tudo isso varia de uma faculdade para outra. O que funciona para o colega de outra instituição pode não funcionar para você.
Se você quer um modelo já desenvolvido para atender as exigências mais comuns das instituições, nosso material editável para projeto de extensão em Recursos Humanos foi estruturado com base nos requisitos mais frequentes dos regulamentos de extensão universitária — é só verificar o que o seu regulamento pede e adaptar o que for necessário.
Estudantes que não leem o regulamento descobrem as exigências específicas no meio do projeto — quando já fizeram escolhas que precisam ser refeitas, quando já perderam prazos que não sabiam que existiam ou quando entregam documentos no formato errado e perdem pontos por questões puramente formais. São erros simples, completamente evitáveis, que não têm nada a ver com a qualidade do projeto de extensão em Recursos Humanos em si.
Reserve um tempo no início do semestre para estudar o regulamento com calma. Crie um checklist com todos os requisitos obrigatórios e consulte seu orientador sempre que tiver dúvida. Esse investimento de tempo no começo economiza horas de retrabalho e estresse lá na frente.
Para entender como os requisitos do regulamento se traduzem na estrutura do projeto, veja nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH e chegue na entrega final com tudo dentro do que a sua faculdade exige.
Na extensão universitária em Recursos Humanos, conhecer as regras antes de começar é a decisão mais inteligente que você pode tomar.
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13 – Passo 2: A Escolha do Tema Perfeito para o Projeto de Extensão II de Recursos Humanos
A escolha do tema é uma das decisões mais estratégicas do Projeto de Extensão II Recursos Humanos — e uma das que mais impactam a qualidade final do trabalho. Um tema bem escolhido motiva você durante todo o processo, facilita o acesso ao local de intervenção e enriquece o seu portfólio profissional. Um tema mal escolhido transforma o projeto em uma obrigação pesada do início ao fim.
Mas como escolher o tema certo para o projeto de extensão em RH sem errar?
No projeto de extensão em Recursos Humanos, o tema ideal combina três elementos: relevância para a área de Gestão de Pessoas, viabilidade de execução dentro do seu prazo e dos seus recursos, e genuíno interesse pessoal. Quando esses três fatores se alinham, o projeto flui naturalmente — a pesquisa bibliográfica fica interessante, as visitas de campo são aguardadas com expectativa e a escrita do relatório final acontece com muito mais facilidade.
Se você ainda está em dúvida sobre qual tema escolher, nosso material editável para projeto de extensão em Recursos Humanos traz exemplos de projetos já desenvolvidos nos temas mais comuns da área — pode ser o ponto de partida que você precisa para tomar a sua decisão com mais segurança.
Alguns temas com alto potencial para a extensão universitária em Recursos Humanos: saúde mental e prevenção do burnout em microempresas, estruturação de processos seletivos para empresas sem área de RH, capacitação de líderes em comunicação e gestão de conflitos, diversidade e inclusão no ambiente de trabalho, onboarding estruturado para cooperativas e associações, educação financeira para trabalhadores informais e diagnóstico de clima organizacional em ONGs.
Na atividade extensionista obrigatória, evite escolher o tema mais fácil — escolha o tema que mais te desafia e te instiga. Os projetos mais reconhecidos pelos avaliadores são sempre aqueles em que o estudante claramente se envolveu de verdade com o problema e com as pessoas atendidas.
Para entender como o tema escolhido vai se desdobrar em objetivos, justificativa e plano de ação, veja nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH e garanta coerência desde o início.
No projeto extensionista em Recursos Humanos, o tema certo não é o mais elaborado — é o que você consegue executar com profundidade, comprometimento e evidências concretas.
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14 – Passo 3: Definindo Objetivos, Justificativa e Metodologia
Com tema e local definidos, chegou a hora de formalizar o Projeto de Extensão II Recursos Humanos. Essa etapa envolve três elementos fundamentais que vão orientar tudo que vem depois: os objetivos, a justificativa e a metodologia.
Mas como garantir que objetivos, justificativa e metodologia estejam alinhados entre si no projeto de extensão em RH?
Os objetivos gerais e específicos são o coração do planejamento. O objetivo geral descreve o propósito amplo da intervenção. Os objetivos específicos são as metas menores e mensuráveis que, juntas, levam ao alcance do objetivo geral. Use sempre verbos no infinitivo e certifique-se de que cada objetivo é claro, alcançável e mensurável.
Se você quer exemplos prontos de objetivos, justificativas e metodologias aplicados ao contexto de RH, nosso material editável para projeto de extensão em Recursos Humanos traz modelos estruturados para os temas mais comuns da área — é só adaptar para a sua realidade.
A justificativa responde à pergunta “por que este projeto é importante?”. No projeto de extensão em Recursos Humanos, ela precisa articular o problema identificado com dados concretos, argumentos teóricos e a conexão clara entre a intervenção proposta e as necessidades reais da comunidade atendida. Uma justificativa fraca compromete a credibilidade de todo o projeto.
A metodologia descreve como o projeto será desenvolvido: tipo de pesquisa, instrumentos de coleta de dados, perfil dos participantes e procedimentos de análise. No projeto extensionista em Recursos Humanos, uma metodologia bem descrita demonstra rigor acadêmico e mostra ao avaliador que as ações não serão improvisadas.
Esses três elementos precisam dialogar entre si — os objetivos nascem do diagnóstico, a justificativa embasa os objetivos e a metodologia descreve como os objetivos serão alcançados. Para entender como essa coerência se reflete no portfólio individual completo, veja nosso guia completo do portfólio de Recursos Humanos e construa cada seção com precisão.
Na atividade extensionista obrigatória, quando objetivos, justificativa e metodologia estão alinhados, o projeto praticamente se avalia sozinho — porque o avaliador consegue verificar, em cada seção, se o que foi prometido foi entregue.
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15 – Passo 4: Elaborando o Cronograma de Execução
O cronograma de execução é o mapa temporal do Projeto de Extensão II Recursos Humanos — e um dos elementos mais observados pelos avaliadores. Ele demonstra que você planejou o projeto com método, que entende a sequência lógica das etapas e que sabe gerenciar o tempo disponível.
Mas como elaborar um cronograma de execução realista e eficiente para o projeto de extensão em RH?
No projeto de extensão em Recursos Humanos, o cronograma precisa cobrir todas as fases: diagnóstico inicial, elaboração do plano de ação, execução das atividades de campo, coleta e análise de dados e elaboração do relatório final nas normas ABNT. Cada fase deve ter uma janela temporal realista, que considere a sua disponibilidade, a disponibilidade do local e dos participantes e os prazos estabelecidos pelo regulamento da faculdade.
Se você quer começar com um cronograma já estruturado e pronto para adaptar, nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em Recursos Humanos inclui o template completo do cronograma de execução — com as principais etapas do projeto mapeadas e prontas para você encaixar nas datas do seu semestre.
A ferramenta mais indicada para visualizar o cronograma é o Gráfico de Gantt — uma representação que mostra todas as atividades em uma linha do tempo, com início, duração e término de cada etapa. Ele facilita a identificação de sobreposições e dependências entre as atividades e torna o planejamento muito mais visual e fácil de comunicar ao avaliador.
Na atividade extensionista obrigatória, um cronograma bem elaborado também protege o estudante. Quando você tem as datas definidas desde o início, fica muito mais difícil deixar etapas importantes para a última hora — que é a principal causa de projetos entregues de forma incompleta ou superficial.
Para entender como o cronograma se conecta ao plano de ação e às demais seções do projeto, veja nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH e garanta que todas as etapas estejam sequenciadas com lógica e coerência.
No projeto extensionista em Recursos Humanos, um cronograma bem feito não é burocracia — é a prova de que você planejou o projeto como um profissional de Gestão de Pessoas.
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Textos 11 a 15 prontos. Continuo com os últimos 5?
16 – Passo 5: Mãos à Obra – A Execução do Projeto na Comunidade
A execução é o momento mais esperado do Projeto de Extensão II Recursos Humanos — e também o mais desafiador. É aqui que o projeto sai do papel, você vai a campo e começa a gerar impacto real nas pessoas e na organização que escolheu atender.
Mas como garantir que a execução do projeto de extensão em RH aconteça com qualidade e dentro do planejado?
No projeto de extensão em Recursos Humanos, a execução bem-sucedida depende de dois fatores: fidelidade ao plano de ação e capacidade de adaptação ao imprevisto. Você vai a campo com um roteiro definido — mas a realidade da intervenção comunitária raramente segue o script à risca. Participantes que não aparecem, gestores que mudam de ideia, atividades que precisam ser reorganizadas. A sua capacidade de lidar com essas situações sem perder o foco dos objetivos é o que define a qualidade da execução.
Se você quer ir a campo com tudo organizado, nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em Recursos Humanos inclui templates de diário de campo e listas de presença prontos para usar nas suas visitas — é só imprimir ou adaptar digitalmente.
Durante cada visita, mantenha o diário de campo atualizado. Registre data, horário, atividades realizadas, número de participantes, principais observações, dificuldades encontradas e próximos passos. Esse registro será o seu maior aliado na hora de elaborar o relatório final nas normas ABNT — ele reconstitui a trajetória do projeto com fidelidade e riqueza de detalhes que nenhuma memória consegue guardar sozinha.
Colete todas as evidências possíveis: fotos com autorização, listas de presença assinadas, formulários respondidos pelos participantes, materiais produzidos nas atividades, depoimentos por escrito. Quanto mais concretas forem as evidências da atividade extensionista obrigatória, mais convincente será o portfólio individual e mais sólido será o argumento de que o projeto gerou impacto real.
Para entender como as evidências coletadas em campo se traduzem em resultados no portfólio individual, veja nosso guia completo sobre o conteúdo do portfólio de Recursos Humanos e saiba exatamente o que precisa estar documentado em cada seção.
No projeto extensionista em Recursos Humanos, a execução é onde a teoria vira prática — e onde os melhores aprendizados da graduação acontecem.
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17 – Passo 6: Coletando Dados e Evidências
A coleta de dados e evidências é o que transforma a execução do Projeto de Extensão II Recursos Humanos em algo mensurável, comprovável e academicamente sólido. Sem dados, você tem uma história. Com dados, você tem um projeto.
Mas como coletar dados e evidências de forma sistemática e eficiente no projeto de extensão em RH?
No projeto de extensão em Recursos Humanos, a coleta precisa ser planejada desde o início — não improvisada durante a execução. Use uma combinação de instrumentos: questionários de diagnóstico antes das intervenções para mapear o conhecimento e as percepções iniciais dos participantes, questionários de avaliação de aprendizagem após cada atividade para medir o quanto foi absorvido, e entrevistas de satisfação ao final do projeto para capturar a percepção dos participantes sobre o impacto das ações realizadas.
Se você quer começar com instrumentos de coleta já estruturados e prontos para adaptar, nosso material editável para projeto de extensão em Recursos Humanos inclui templates de questionários de diagnóstico e avaliação de aprendizagem — desenvolvidos especificamente para os temas mais comuns da área de RH.
Na extensão universitária em Recursos Humanos, a variação entre os dados do pré-teste e do pós-teste é uma das evidências mais valorizadas pelos avaliadores. Ela demonstra, de forma objetiva e quantitativa, que a intervenção gerou resultado — que as pessoas que participaram saíram com mais conhecimento, habilidade ou consciência do que tinham antes. Esse tipo de evidência transforma um relatório comum em um trabalho de excelência.
Além dos questionários, registre observações qualitativas no diário de campo, guarde todos os materiais produzidos durante as atividades e colete depoimentos espontâneos dos participantes. Essas evidências qualitativas complementam os dados quantitativos e enriquecem imensamente a análise dos resultados no relatório final.
Para entender como os dados coletados se traduzem em análise de resultados e indicadores de avaliação no portfólio, veja nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH e garanta que cada evidência esteja no lugar certo.
Na atividade extensionista obrigatória, quem coleta dados com método chega na documentação final com muito mais segurança — e entrega um projeto que o avaliador não consegue questionar.
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18 – Passo 7: A Estrutura do Relatório Final (Normas ABNT)
O relatório final é o coroamento do Projeto de Extensão II Recursos Humanos — o documento que consolida toda a experiência em um registro formal, acadêmico e avaliável. É aqui que você demonstra, com profundidade e rigor, tudo que foi feito e o impacto gerado.
Mas como estruturar o relatório final do projeto de extensão em RH sem errar nas normas ABNT?
Na extensão universitária em Recursos Humanos, o relatório tem uma estrutura bem definida. Os elementos pré-textuais incluem capa com nome da instituição, curso, título do projeto, nome do estudante, cidade e ano — além de folha de rosto e sumário. Os elementos textuais são compostos por introdução, referencial teórico, metodologia, resultados e discussão, e conclusão. Os elementos pós-textuais incluem referências bibliográficas, apêndices com materiais produzidos pelo estudante e anexos com documentos externos relevantes.
Se você quer começar com uma estrutura já organizada e validada academicamente, nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em Recursos Humanos traz o relatório final completo — com todas as seções, orientações de preenchimento e exemplos aplicados ao contexto de RH. Além disso, a formatação já está configurada conforme as normas ABNT para trabalhos acadêmicos — fonte, margens, espaçamento e referências dentro do padrão exigido.
No projeto de extensão em Recursos Humanos, o erro mais comum no relatório final é descrever o que foi feito sem analisar o impacto. O avaliador não quer apenas saber que você realizou três encontros de capacitação — ele quer saber o que mudou depois, quais evidências sustentam essa mudança e o que você aprendeu com o processo. Essa capacidade de análise crítica é o que separa um relatório mediano de um relatório que garante nota máxima.
A introdução precisa contextualizar o problema e anunciar os objetivos. O referencial teórico embasa as ações com a literatura de Gestão de Pessoas. A metodologia descreve como o projeto foi desenvolvido. Os resultados comparam o planejado com o executado. A conclusão sintetiza os aprendizados e o impacto gerado.
Para entender como o relatório final se encaixa dentro do portfólio individual completo, veja nosso guia completo sobre o conteúdo do portfólio de Recursos Humanos e saiba exatamente o que precisa estar em cada seção — do pré-textual ao pós-textual.
Na atividade extensionista obrigatória, um relatório final bem estruturado é a prova definitiva de que o projeto foi levado a sério — do primeiro diagnóstico à última conclusão.
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10 Ideias de Temas Inovadores para seu Projeto de Extensão em Recursos Humanos – Programa de Sustentabilidade
- Programa de Saúde Mental e Prevenção do Burnout em Microempresas — Com os índices de esgotamento profissional em alta no Brasil, um projeto que leve informação, diagnóstico e estratégias de prevenção do burnout para pequenos negócios tem altíssima relevância e impacto social.
- Estruturação de Processo Seletivo para Empresas Sem Área de RH — Milhares de microempresas no Brasil contratam por indicação ou intuição, sem nenhum critério técnico. Um projeto que ensine e implante um processo seletivo básico e estruturado pode transformar completamente a qualidade das contratações desses negócios.
- Capacitação em Diversidade, Equidade e Inclusão para Pequenas Empresas — Desenvolver e aplicar um programa de sensibilização e capacitação sobre DEI para líderes e equipes de organizações que ainda não têm políticas formais sobre o tema.
- Programa de Onboarding para Cooperativas e Associações — Criar e implementar um processo de integração estruturado para novos membros de cooperativas ou associações comunitárias, reduzindo a evasão e aumentando o senso de pertencimento.
- Educação Financeira e Direitos Trabalhistas para Trabalhadores Informais — Levar conhecimento sobre educação financeira pessoal e direitos trabalhistas básicos para comunidades de trabalhadores informais, promovendo autonomia e empoderamento econômico.
- Diagnóstico e Melhoria do Clima Organizacional em ONGs — Aplicar uma pesquisa de clima organizacional em uma ONG, analisar os resultados e propor um plano de ação para melhorar o ambiente de trabalho e o engajamento dos colaboradores e voluntários.
- Programa de Desenvolvimento de Lideranças para Empreendedores Sociais — Criar e facilitar um programa de desenvolvimento de habilidades de liderança, comunicação e gestão de equipes para líderes de empreendimentos sociais e negócios de impacto.
- Gestão de Conflitos e Comunicação Não-Violenta em Ambientes Comunitários — Desenvolver e aplicar workshops de comunicação não-violenta (CNV) e gestão de conflitos para líderes comunitários, grupos de empreendedoras ou colaboradores de pequenas empresas.
- Plano de Cargos, Salários e Benefícios para Pequenos Negócios — Auxiliar microempresas na estruturação de um plano básico de cargos e salários, tornando a remuneração mais justa, transparente e motivadora para os colaboradores.
- Programa de Qualidade de Vida e Ergonomia no Trabalho — Realizar diagnóstico de condições ergonômicas e de qualidade de vida no trabalho em pequenas empresas ou organizações, propondo melhorias acessíveis e de alto impacto para a saúde e bem-estar dos trabalhadores.
19 – Dicas de Ouro para um Projeto de Extensão de Sucesso em Recursos Humanos
Existem erros que se repetem em quase todos os projetos que não atingem nota máxima no Projeto de Extensão II Recursos Humanos — e existem decisões simples que fazem toda a diferença. Aqui estão as dicas que nenhum professor vai te dar em sala de aula.
Mas o que realmente separa os projetos de extensão em RH que tiram nota máxima dos que ficam pelo caminho?
Comece cedo. Na atividade extensionista obrigatória, tempo é o recurso mais valioso. Projetos iniciados com antecedência têm diagnóstico mais rico, execução mais consistente e relatório mais reflexivo. Projetos feitos na última semana são visíveis para qualquer avaliador experiente — e dificilmente chegam perto da nota máxima.
Documente tudo desde o primeiro contato. Tire foto da primeira visita, guarde o primeiro e-mail trocado com a organização, registre suas impressões iniciais no diário de campo. Esses registros iniciais vão enriquecer a narrativa do seu relatório final e mostrar que o projeto teve uma trajetória real e consistente.
Se você quer garantir que nenhuma etapa seja esquecida e que o seu portfólio individual esteja completo desde o primeiro dia, nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em Recursos Humanos já traz toda a estrutura organizada — é só preencher ao longo do processo.
Conecte teoria e prática em cada decisão. No projeto de extensão em Recursos Humanos, cada escolha metodológica deve ter embasamento na literatura de Gestão de Pessoas. Quando você consegue fazer essa conexão no relatório final, o trabalho ganha uma profundidade que impressiona qualquer avaliador.
Colete evidências quantitativas e qualitativas. Questionários com pré e pós-teste, depoimentos dos participantes, indicadores antes e depois da intervenção. Evidências objetivas são o que transformam um relatório comum em um trabalho de excelência — e são o principal argumento para a nota máxima.
Use um modelo profissional como ponto de partida. No projeto extensionista em Recursos Humanos, não reinvente a roda. Para entender como todas essas dicas se traduzem em documentos concretos, veja nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH e chegue na entrega final com confiança.
Na extensão universitária em Recursos Humanos, as dicas acima não são teoria — são o que os estudantes que tiram nota máxima fazem na prática, semestre após semestre.
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20 – Conclusão: Transformando um Requisito Acadêmico em uma Experiência Transformadora
O Projeto de Extensão II Recursos Humanos é, na maioria das vezes, encarado como mais uma obrigação do currículo. Mais um prazo, mais um documento para entregar, mais uma disciplina para passar. Mas os estudantes que chegam ao final com essa visão perdem o que esse projeto tem de mais valioso.
Mas o que realmente muda na carreira de quem leva o projeto de extensão em RH a sério?
A extensão universitária em Recursos Humanos é a única disciplina da graduação que te coloca diante de um problema real, com pessoas reais, exigindo soluções reais. É a única em que o seu desempenho não é medido apenas pelo que você sabe — mas pelo que você consegue fazer com o que sabe. E é a única que te dá, ao final, uma evidência concreta de que você está pronto para o mercado.
Se você quer garantir que essa experiência seja aproveitada ao máximo — com portfólio individual completo, relatório final nas normas ABNT e nota máxima — nosso modelo pronto e editável para projeto de extensão em Recursos Humanos foi feito exatamente para isso.
Os estudantes que entendem o valor da atividade extensionista obrigatória desde o início são os mesmos que saem do projeto com um case no portfólio, referências profissionais sólidas e uma experiência que nenhuma nota sozinha consegue proporcionar. São os mesmos que chegam em uma entrevista de estágio com algo concreto para contar — não apenas disciplinas cursadas, mas uma intervenção real que gerou impacto mensurável em uma organização ou comunidade.
O projeto de extensão em Recursos Humanos pode ser o divisor de águas da sua trajetória acadêmica e profissional — se você escolher encará-lo dessa forma. Com planejamento, comprometimento e as ferramentas certas, o que começa como uma exigência curricular se transforma em uma das experiências mais ricas da graduação.
Para garantir que nenhuma etapa seja esquecida e que cada seção do projeto esteja dentro do que os avaliadores esperam, veja nosso guia completo passo a passo para o projeto de extensão em RH e chegue na entrega final com tudo organizado, documentado e estruturado.
No projeto extensionista em Recursos Humanos, a diferença entre cumprir uma obrigação e transformar uma experiência está na escolha que você faz agora — antes mesmo de começar.
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Referências Bibliográficas
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas: O Novo Papel dos Recursos Humanos nas Organizações. 4. ed. Barueri: Manole, 2014.
CHIAVENATO, Idalberto. Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos: Como Incrementar Talentos na Empresa. 7. ed. Barueri: Manole, 2009.
ZANELLI, José Carlos; BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo; BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt (Org.). Psicologia, Organizações e Trabalho no Brasil. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
FAQ – Perguntas Frequentes sobre o Projeto de Extensão II em Recursos Humanos
O que é o Projeto de Extensão II em Recursos Humanos? É uma disciplina obrigatória do curso de RH que exige a realização de uma intervenção prática em uma comunidade ou organização real, conectando o conhecimento acadêmico à resolução de problemas reais de gestão de pessoas.
Quantas horas devo cumprir no Projeto de Extensão II? O número de horas varia conforme o regulamento de cada instituição, mas em geral está entre 36 e 80 horas. Consulte o regulamento da sua faculdade para confirmar a carga horária exigida.
Posso realizar o projeto na empresa onde trabalho? Sim, desde que a empresa autorize e que o local seja adequado para a proposta de intervenção. Muitas faculdades permitem e até incentivam que o estudante realize o projeto no seu próprio ambiente de trabalho.
O que deve conter o portfólio individual do Projeto de Extensão II de RH? O portfólio deve conter: apresentação pessoal, diagnóstico situacional, objetivos, justificativa, fundamentação teórica, plano de ação, diário de campo, evidências fotográficas e documentais, resultados, PDCA e relatório final.
Como escolher um bom tema para o projeto de extensão em RH? Escolha um tema que combine relevância para a área de Recursos Humanos, viabilidade de execução dentro das suas condições e genuíno interesse pessoal. Temas como saúde mental, diversidade, recrutamento estruturado e capacitação de líderes são excelentes opções.














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