Projeto de Extensão II Gestão Financeira – Inovação e Empreendedorismo
O Projeto de Extensão II Gestão Financeira é uma atividade que carrega enorme relevância dentro da formação acadêmica, pois representa a oportunidade de integrar os conhecimentos teóricos trabalhados ao longo do curso com as necessidades práticas e urgentes da comunidade.
Trata-se de um exercício de aproximação entre o ambiente universitário e o mundo real, permitindo que estudantes atuem diretamente no diagnóstico e na resolução de problemas financeiros enfrentados por microempreendedores, famílias, ONGs, instituições e pequenos negócios que, muitas vezes, não possuem acesso a consultorias ou ferramentas adequadas de gestão.
Essa troca transforma tanto quem recebe o serviço quanto quem o desenvolve. Para o estudante, o projeto reforça competências essenciais, como comunicação, liderança, raciocínio analítico, empatia, planejamento estratégico e capacidade de tomar decisões baseadas em dados. Para a comunidade, representa impacto concreto, melhoria na qualidade de vida e fortalecimento da sustentabilidade financeira.
Além disso, o projeto de extensão desempenha um papel fundamental na construção de um currículo competitivo e diferenciado, demonstrando ao mercado de trabalho que o aluno possui vivência prática, responsabilidade social e capacidade de gerar resultados tangíveis.
Ele também estimula a inovação, o empreendedorismo e o senso crítico, favorecendo a formação de profissionais completos e preparados para desafios modernos. Vale lembrar que a extensão universitária é uma diretriz oficial do ensino superior brasileiro, orientada pelas normas do Ministério da Educação, que reforçam a importância da integração entre ensino, pesquisa e comunidade. Para aprofundamento, consulte as Diretrizes do MEC sobre Extensão Universitária no portal oficial do Ministério da Educação: https://www.gov.br/mec/pt-br.
Guia Completo Para Montar Seu Projeto
Como escolher o local ideal para intervenção
Escolher o local adequado para realizar o Projeto de Extensão II Gestão Financeira é uma das etapas mais estratégicas, pois determina não apenas a relevância social do trabalho, mas também a viabilidade de execução.
O local deve apresentar uma necessidade real de melhoria na gestão financeira, seja pela falta de conhecimento técnico, ausência de ferramentas adequadas, dificuldades organizacionais ou vulnerabilidade econômica.
Pequenos comércios, ONGs, microempreendedores individuais, associações comunitárias e grupos sociais em situação de risco são exemplos de ambientes altamente favoráveis para a intervenção, pois convivem com desafios concretos de orçamento, controle de caixa, endividamento ou dificuldade de planejamento financeiro. A escolha deve considerar acessibilidade, disponibilidade dos envolvidos, abertura para receber orientações e potencial de gerar transformação significativa. Quanto maior a autenticidade do problema, mais rico será o aprendizado e mais sólido o impacto
Como definir o problema financeiro da comunidade
Definir o problema financeiro de forma clara é essencial para garantir a precisão do projeto. Essa identificação começa com um diagnóstico inicial cuidadoso, que pode envolver conversas informais, entrevistas estruturadas, observação de documentos financeiros, análise de fluxo de caixa, revisão de despesas e receitas, além de avaliar o nível de organização administrativa.
Muitas comunidades convivem com problemas que, à primeira vista, parecem simples, mas possuem causas profundas, como descontrole de gastos, ausência de separação entre finanças pessoais e empresariais, falta de precificação adequada, desconhecimento sobre lucros e custos ou dependência de crédito inadequado. A definição do problema deve resultar de uma análise minuciosa, que permita identificar não apenas o sintoma, mas a raiz da dificuldade. Quanto mais bem definido o problema financeiro, mais eficiente será o plano de ação e mais clara será a justificativa teórica e metodológica do projeto.
Passo a passo para montar seu Projeto de Extensão II
Montar o Projeto de Extensão II Gestão Financeira exige organização, visão estratégica e alinhamento com as diretrizes acadêmicas. O processo começa pela leitura do regulamento institucional, seguida da escolha do tema e do local.
Em seguida, o estudante deve definir o problema central e elaborar os objetivos gerais e específicos, construindo também a justificativa e a metodologia. O próximo passo envolve a elaboração do cronograma, a preparação das ferramentas que serão utilizadas na intervenção (como planilhas, questionários e materiais didáticos), a execução em campo, a coleta de dados e, por fim, a análise dos resultados. Cada etapa precisa ser documentada de forma cuidadosa para garantir evidências suficientes para o relatório final. O passo a passo deve ser pensado como um ciclo estruturado, que articula teoria e prática de maneira coerente e significativa.
Exemplos de objetivos gerais e específicos
Os objetivos são fundamentais para orientar o projeto. Um objetivo geral pode ser: “Promover a melhoria da gestão financeira em microempreendimentos da comunidade atendida, por meio de diagnóstico e ações educativas que contribuam para a sustentabilidade econômica.” Já objetivos específicos podem incluir: analisar o fluxo de caixa existente; identificar gastos desnecessários; orientar sobre precificação; desenvolver ferramentas personalizadas de controle financeiro; criar materiais educativos; oferecer consultoria individual; aplicar indicadores de acompanhamento; ou promover oficinas de planejamento financeiro. A definição desses objetivos deve seguir lógica, coerência e conexão direta com o problema identificado, garantindo clareza na execução e no posterior processo de avaliação.
Etapas obrigatórias do projeto
O Projeto de Extensão II Gestão Financeira exige o cumprimento de algumas etapas obrigatórias que garantem sua legitimidade. Entre elas estão: diagnóstico inicial detalhado, construção do planejamento das ações, aplicação de intervenções práticas, registro minucioso das atividades desenvolvidas, coleta de dados qualitativos e quantitativos, análise dos resultados, estruturação do relatório conforme as normas ABNT e participação ativa nas orientações e avaliações institucionais. Essas etapas asseguram que o projeto tenha início, meio e fim bem definidos, alinhados às exigências acadêmicas e à responsabilidade com a comunidade atendida. Realizar cada etapa de forma completa e comprometida também aumenta significativamente o impacto social do trabalho.
Conteúdo do Portfólio Individual Gestão Financeira
Como estruturar o relatório final
O relatório final do Portfólio Individual Projeto de Extensão II Gestão Financeira deve ser estruturado com rigor acadêmico e clareza narrativa. Ele precisa conter capa, sumário, introdução, justificativa, objetivos, fundamentação teórica, metodologia, descrição detalhada das atividades realizadas, análise dos resultados, considerações finais e referências bibliográficas. A introdução deve contextualizar o projeto e apresentar o problema estudado, enquanto a justificativa explica sua relevância.
Na fundamentação teórica, o estudante deve apresentar autores, conceitos e modelos utilizados na intervenção, demonstrando domínio do conteúdo. A análise dos resultados, por sua vez, deve dialogar com os objetivos, mostrando indicadores concretos da transformação realizada. O relatório precisa ser redigido com coerência e detalhamento, revelando maturidade analítica e rigor metodológico.
Como elaborar a justificativa
A justificativa deve explicar por que o projeto é necessário naquele contexto específico. Ela deve apresentar um raciocínio fundamentado, relacionando o problema da comunidade às demandas reais de gestão financeira e à relevância social da intervenção. É importante evidenciar como o projeto contribui para o fortalecimento econômico da comunidade e como ele se alinha à formação do estudante, reforçando competências essenciais do curso de Gestão Financeira.
A justificativa também pode mencionar impactos esperados, como melhora do fluxo de caixa, redução de gastos, organização administrativa e aumento da educação financeira local. Um bom texto justificativo demonstra sensibilidade social, análise crítica e embasamento teórico.
Como desenvolver a fundamentação teórica
A fundamentação teórica é o coração acadêmico do relatório. Nela, o estudante deve apresentar autores, conceitos, livros e pesquisas que sustentam as decisões tomadas no projeto. Ela deve incluir temas como fluxo de caixa, planejamento financeiro, formação de preço, controle de custos, administração orçamentária e educação financeira. A fundamentação deve ser escrita em formato corrido, com análise crítica e conexões claras entre teoria e prática. É importante evitar apenas listar conceitos: o ideal é explicar como cada autor contribui para a compreensão do problema enfrentado pela comunidade e de que forma embasa as ações realizadas. Esse aprofundamento garante credibilidade e fortalece a qualidade científica do projeto.
Como montar o plano de ação
O plano de ação deve apresentar com clareza o conjunto de atividades que serão realizadas para resolver o problema financeiro identificado. Ele deve explicitar o que será feito, quando será feito, por quem será feito e quais ferramentas serão utilizadas. O plano deve ser organizado em etapas lógicas, com foco no impacto. Pode incluir diagnósticos, entrevistas, oficinas, consultorias, criação de ferramentas financeiras, reuniões de acompanhamento e análise de indicadores. Um plano bem estruturado garante fluidez na execução, fortalece a organização do estudante e facilita o acompanhamento do orientador. Quanto mais detalhado e realista, melhor o resultado final.
Indicadores de avaliação
Os indicadores de avaliação são essenciais para medir o impacto do projeto e validar sua eficácia. Eles podem incluir redução de custos, aumento do lucro, melhoria na organização financeira, criação ou aprimoramento de ferramentas de gestão, participação da comunidade nas oficinas, nível de compreensão dos conceitos apresentados, engajamento dos envolvidos e evidências concretas de mudança. Indicadores quantitativos permitem mensurar resultados numericamente, enquanto indicadores qualitativos revelam percepções, comportamentos e transformações subjetivas. Utilizar ambos torna o relatório mais completo e fortalece a credibilidade da análise final.

Passo a Passo: Como Estruturar seu Projeto de Extensão – Programa de Contexto à Comunidade do Zero
Passo 1: Entendendo o Regulamento da Sua Faculdade
A construção de um Projeto de Extensão II Gestão Financeira começa necessariamente pela compreensão clara e detalhada das diretrizes institucionais. Cada faculdade estabelece critérios próprios para desenvolvimento, entrega, formato do relatório, número mínimo de horas, evidências obrigatórias, participação em encontros, rubricas de avaliação, estrutura textual e diretrizes metodológicas. Ignorar esse documento pode levar à perda de pontos importantes ou ao retrabalho, por isso é essencial que o estudante leia atentamente o regulamento do curso e do componente curricular. Esse entendimento inicial permite que cada etapa seja planejada dentro das normas e evita erros comuns, como escolher um público inadequado, gerar evidências insuficientes ou entregar um relatório fora das normas exigidas.
Passo 2: A Escolha do Tema Perfeito
A escolha do tema é uma das decisões mais estratégicas de todo o projeto, pois influencia diretamente a qualidade da entrega, o nível de engajamento pessoal do estudante e o impacto do trabalho. O tema ideal é aquele que une três elementos fundamentais: relevância para a comunidade, afinidade do estudante com o assunto e aplicabilidade prática.
No curso de Gestão Financeira, há uma enorme variedade de problemas reais que podem ser explorados, especialmente em micro e pequenos empreendimentos, que enfrentam dificuldades recorrentes em áreas como controle de fluxo de caixa, formação de preço, gestão de custos, organização de dívidas, sustentabilidade financeira, análise de indicadores e planejamento de longo prazo. Ao escolher o tema, o estudante deve observar necessidades reais da comunidade local, identificar lacunas financeiras e selecionar um problema que possa ser solucionado ou minimizado através de técnicas, ferramentas e conceitos aprendidos no curso.
Passo 3: Definindo Objetivos, Justificativa e Metodologia
Após escolher o tema, é necessário desenvolver a base teórica e estratégica do projeto, definindo objetivos gerais e específicos, justificativa e metodologia. Os objetivos devem ser claros, mensuráveis e diretamente conectados ao problema identificado. Já a justificativa consiste na explicação da relevância do projeto, destacando por que ele é importante para a comunidade, quais impactos pretende gerar e de que forma se alinha à formação em Gestão Financeira. A metodologia descreve como o projeto será conduzido — diagnósticos, entrevistas, coleta de dados, análises financeiras, oficinas, consultorias individuais, aplicação de ferramentas como planilhas e projeções, visitas técnicas, entre outras ações. Para aprofundar metodologias de extensão, confira nosso conteúdo interno sobre modelos metodológicos aplicáveis ao projeto de extensão.
Passo 4: Elaborando o Cronograma de Execução
O cronograma funciona como o mapa do projeto, estabelecendo a ordem das atividades, os prazos e os responsáveis. Ele precisa ser realista, bem distribuído ao longo das semanas e incluir cada etapa fundamental: diagnóstico inicial, estudo do contexto, elaboração das ações, execução prática, coleta de evidências, análise dos resultados e finalização do relatório. Um bom cronograma aumenta a organização, reduz imprevistos e facilita o acompanhamento do orientador. Para saber como montar um cronograma ideal, confira nosso artigo interno sobre estruturas de cronogramas para projetos de extensão.
Passo 5: Mãos à Obra – A Execução do Projeto na Comunidade
É durante a execução que o projeto ganha vida. O estudante vivencia o ambiente real, dialoga com a comunidade, identifica problemas que nem sempre aparecem à primeira vista e aplica seus conhecimentos de maneira prática. Essa etapa pode incluir atividades como diagnósticos financeiros completos, criação de ferramentas personalizadas, oficinas de educação financeira, consultorias individuais, palestras, organização de materiais didáticos, implementação de planilhas, revisão de custos, análise de endividamento e projeções de resultados. Cada passo deve ser registrado rigorosamente, pois servirá como evidência para o relatório final.
Passo 6: Coletando Dados e Evidências
Os dados coletados são fundamentais para mensurar os resultados e comprovar o impacto do projeto. Eles podem incluir números de redução de gastos, melhoria no fluxo de caixa, aumento da lucratividade, maior nível de conhecimento financeiro e maior organização administrativa. Evidências como fotos, listas de presença, capturas de tela, depoimentos e formulários ajudam a validar as ações realizadas e fortalecem a credibilidade do trabalho.
Passo 7: A Estrutura do Relatório Final (Normas ABNT)
O relatório final é o documento que apresenta todo o percurso do Projeto de Extensão II Gestão Financeira, desde o problema identificado até os resultados alcançados. Ele deve seguir as normas da ABNT, contendo capa, sumário, introdução, justificativa, objetivos, metodologia, desenvolvimento, execução, resultados, conclusão e referências bibliográficas. Uma escrita clara, organizada e objetiva faz toda a diferença na avaliação. Para orientações completas, consulte nosso guia interno sobre como elaborar um relatório de extensão conforme ABNT.
10 Ideias de Temas Inovadores para seu Projeto de Extensão em Gestão Financeira – Programa de Sustentabilidade
Existem inúmeras possibilidades de temas que podem ser trabalhados no projeto de extensão, especialmente quando o foco está na sustentabilidade financeira. O Projeto de Extensão II Gestão Financeira podem variar desde diagnósticos detalhados até consultorias personalizadas para microempreendedores, ONGs e famílias da comunidade.
Alguns temas extremamente promissores incluem educação financeira para jovens e adultos, reorganização orçamentária para famílias endividadas, consultoria para microempreendedores individuais, sustentabilidade financeira em negócios locais, precificação para artesãos, análise de viabilidade financeira de projetos sociais, elaboração de fluxo de caixa para pequenas empresas, estratégias para redução de custos em comércios de bairro, otimização de controle financeiro em feiras comunitárias e diagnóstico financeiro aplicado a projetos ambientais. Cada um desses temas permite um mergulho profundo nos desafios reais enfrentados pela comunidade, ao mesmo tempo em que proporciona ao estudante a oportunidade de aplicar com precisão todas as competências aprendidas na graduação.
Para fortalecer ainda mais o conteúdo, recomenda-se consultar referências internacionais, como estudos publicados na Harvard Business Review, que trazem análises avançadas sobre finanças, estratégia e sustentabilidade: https://hbr.org.

Dicas de Ouro para um Projeto de Extensão – Programa de Ação e Difusão Cultural de Sucesso
Um dos maiores segredos para um Projeto de Extensão II Gestão Financeira bem-sucedido é ter um orientador experiente, que realmente acompanhe o desenvolvimento do trabalho e ofereça insights valiosos. Um bom orientador faz perguntas que ampliam o raciocínio do estudante, ajuda na formulação dos objetivos, orienta sobre a metodologia, identifica possíveis erros antes que se tornem problemas maiores e contribui para o amadurecimento acadêmico e profissional. Outro fator essencial é documentar todas as etapas do Projeto de Extensão II Gestão Financeira, mesmo aquelas que pareçam simples ou secundárias. Fotos, vídeos, anotações, listas de presença, registros de atendimentos e depoimentos são fundamentais para enriquecer o relatório final e comprovar o impacto gerado.
É igualmente importante entender que imprevistos fazem parte de qualquer atividade extensionista. A comunidade pode ter demandas que mudam ao longo do processo, participantes podem faltar, condições externas podem influenciar o andamento das ações e ajustes podem se tornar necessários. A capacidade de adaptação é um diferencial e demonstra maturidade profissional. Por fim, na apresentação final, seja claro, seguro e objetivo. Mostre os resultados com indicadores reais, apresente fotos das ações e destaque a transformação gerada. Lembre-se: mais do que mostrar o que foi feito, o avaliador quer ver o impacto que o projeto causou.
Conclusão: Transformando um Requisito Acadêmico em uma Experiência Transformadora
O Projeto de Extensão II Gestão Financeira tem o poder de transformar não apenas a comunidade atendida, mas principalmente o próprio estudante, que experimenta a responsabilidade de atuar como profissional enquanto ainda está na graduação. Ele permite vivenciar desafios reais, desenvolver soluções práticas, impactar vidas e deixar um legado concreto. Em um mercado cada vez mais competitivo, a prática extensionista se torna um diferencial que demonstra iniciativa, capacidade de resolver problemas e compromisso social.
Ao revisitar todos os passos apresentados desde a escolha do tema até a elaboração do relatório final —, fica claro que esse tipo de projeto exige dedicação, planejamento e sensibilidade para compreender o contexto da comunidade atendida. Porém, também é uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional, que prepara o aluno para assumir posições de liderança e gestão financeira com responsabilidade e visão estratégica.
Se existe uma palavra que define esse processo, ela é transformação: transformação do estudante, transformação da comunidade e transformação da própria compreensão sobre o papel da educação financeira na sociedade.
Gostou das dicas? Deixe seu comentário com o tema que você escolheu!
Referências Acadêmicas
Projeto de Extensão II Gestão Financeira
- GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. Pearson.
- ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Corporativas e Valor. Atlas.
- DAMODARAN, Aswath. Avaliação de Investimentos. Elsevier.
- ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph; JORDAN, Bradford D. Fundamentos de Administração Financeira. AMGH.
- Links Internos
1. Como elaborar um cronograma para projetos de extensão
veja nosso guia completo de cronogramas para projetos de extensão
2. Metodologias para Projetos Acadêmicos e de Extensão
confira este artigo sobre metodologias aplicadas’ a projetos de extensão
3. Como escrever o relatório final de extensão seguindo a ABNT
saiba aqui como estruturar seu relatório final em conformidade com a ABNT
- Links Externos
1. Diretrizes para Extensão Universitária – MEC
Diretrizes do MEC sobre extensão universitária
2. Base Nacional de Educação Financeira – Banco Central
Estudos do Banco Central sobre educação financeira no Brasil







valeuuu